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Much ado about nothing

Hoje vários líderes oposicionistas estão reclamando com muita veemência do acordo em torno da CPI dos Cartões e também da indicação, pelo PMDB, do senador Neuto de Conto (SC) para presidir a Comissão. Para quem está de fora, pode parecer que os tucanos e democratas estão realmente incomodados. Na verdade, não estão, é tudo jogo para a torcida: os termos desta CPI foram negociados por emissários do Palácio do Planalto, de um lado, e do simpático apartamento da rua Rio de Janeiro, no bairro de Higienópolis, onde mora o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por outro. Já está tudo combinado e o resto, como diria o bardo, é muito barulho por nada.

A roda das candinhas anônimas

O que vai abaixo é o artigo do autor destas Entrelinhas para a edição desta semana do Observatório da Imprensa . No fundo, um texto didático, para quem não estava entendendo direito do que o pessoal anda falando por aí... Tudo começou no sábado (9/2), na Folha de S. Paulo, com um artigo intitulado "0x0", da lavra do jornalista Fernando de Barros e Silva, publicado na página 2 do jornal e cuja íntegra está reproduzida abaixo. Pouca gente deve ter entendido o comentário, especialmente a parte final, em que Barros e Silva critica severamente "certos blogs politicamente aparelhados por PT e PSDB", em especial dois, o do "pequeno dândi que serve a Lula" e do "grasnador a serviço do serrismo". O jornalista da Folha invocou uma frase do professor Demétrio Magnoli – "não direi seus nomes, assim como não jogo lixo na rua" – para justificar a sua opção em deixar no ares alvos de uma crítica tão contundente. No mesmo dia, o "grasnador serris...

Serra suspende saques com cartão e avisa:
não há problema algum com os saques

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é um sujeito engraçado. Nesta segunda-feira, anunciou que estão suspensos todos os saques dos cartões corporativos do governo paulista e aproveitou para explicar que a medida nada tem a ver com as recentes denúncias (na verdade, não foi bem uma denúncia, mas mera constatação) de que foram sacados, só em 2007, R$ 48 milhões com os plásticos do governo de São Paulo. Segundo Serra, a medida foi tomada para "fazer um exame nos saques já realizados". Ah, sim, já devia estar até programado na agenda oficial: "dia 11 de fevereiro, suspender saques nos cartões para checagens". Convenhamos, nem Paulo Maluf teria tamanha cara de pau para dizer uma coisa dessas. Enquanto os saques estão suspensos, os perdigueiros da nossa imprensa poderiam ir atrás dos portadores dos cartões e tirar uma fotografia do plástico, só para saciar a curiosidade da patuléia. Seriam os cartões dourados ou prateados? E, mais importante: qual a bandeira, qu...

CPI Mista: meia calabreza, meia margherita

A imagem é batidíssima, mas não há outra melhor: a CPI Mista que vai investigar os gastos com cartões corporativos já nasceu com a marca do acordão, saída tradicional na política brasileira quando a encrenca é, digamos assim, suprapartidária. Está claro que o pessoal combinou direitinho: vocês não tocam no nosso líder, nós não tocamos no de vocês. Salvo acontecimento excepcional, esta CPI vai pegar três ou quatro bagrinhos, talvez dois de cada lado, propor uma série de medidas saneadoras (que jamais serão transformadas em realidade) e, o que é mais importante, servir de holofote para alguns parlamentares-candidatos nas eleições deste ano. E segue a vida...

Ultradireita furiosa com Serra e FHC

O leitor quer saber o que vai pela cabeça da ultradireita brasileira? Não, o blog de Reinaldo Azevedo é muito light para esse pessoal. Olavo de Carvalho pega mais pesado, mas também não satisfaz as viúvas da ditadura militar. Para entender o pensamento ultradiretista o melhor mesmo é ir a um blog chamado Coturno Noturno , assinado por um certo Coronel, personagem que se notabilizou na área de comentários do blog do Noblat em 2006, durante a campanha eleitoral. Naquela época, Coronel parecia se dedicar 24 horas por dia à defesa da candidatura de Geraldo Alckmin, revelando um monte de pesquisas secretas que garantiam a vitória do tucano nas urnas. Claro, era pura propaganda para animar os desanimados oposicionistas, mas ele jamais desistiu. Desde novembro do ano passado, tal figura tem o seu próprio blog, onde fica bem claro o que vai pela mente dos radicais de direita. A julgar pelas duas notas abaixo, a turma está bem irritada com o governador José Serra e o ex-presidente Fernando Hen...

Enquete nova no ar

A enquete da semana passada mobilizou os leitores do blog e foi a que mais votos teve até o momento. A questão era simples: a grande imprensa está perseguindo os ministros do presidente Lula no noticiário sobre os cartões corporativos? A disputa foi acirrada e terminou com a vitória da primeira opção (sim, nunca antes na história deste país foram tão transparentes), que obteve 54% dos votos dos internautas. Em seguida, com 36% do total ficou a terceira alternativa (a imprensa está fazendo o seu trabalho, mas protege os tucanos Serra e Aécio). Apenas 5% dizem que a mídia está fazendo a coisa certa. A nova pesquisa do DataEntrelinhas já está no ar, ao lado, ainda mais divertida do que a anterior. Quem não entender a pergunta, deve ler antes a nota FHC usa cartão corporativo do governo Lula , publicada abaixo. Podem votar!

FHC usa cartão corporativo do governo Lula

O bicho vai pegar, como se diz por aí: as notas abaixo, da coluna do jornalista Cláudio Humberto, ajudam a jogar gasolina na fogueira já muito quente dos debates sobre o uso dos cartões corporativos. Por que raios um ex-presidente tem direito a R$ 1 mil mensais de cota de gasolina, pago pelo bolso do contribuinte, é algo que os tucanos terão de explicar. Batom na cueca é pouco perto deste verdadeiro absurdo. FHC também usa cartão do Lula O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que mantém silêncio sobre a polêmica, também se beneficia da farra do cartão corporativo do governo Lula. Documento sigiloso em poder da coluna mostra que um funcionário da Presidência da República colocado à sua disposição, Eduardo Maximiano Sacillotto Filho, é titular de um cartão corporativo com o qual são pagas algumas despesas de FHC, em São Paulo. Carros beberrões Desde o ano de 2004 até janeiro deste ano, a Presidência da República usou R$ 47.008,00 do cartão para abastecer carros de FHC. O mesmo posto ...

Vai dar Obama? John McCain agradece...

Este blog não consulta videntes e até torce para que Hillary Clinton seja a candidata do Partido Democrata para a eleição presidencial de novembro, mas a verdade é que o jogo está cada vez mais complicado para a ex-primeira-dama dos Estados Unidos. O senador Barak Obama está em clara ascensão e existe um sentimento, a tal "Obamamania", de que só ele representa uma mudança real na política norte-americana. Se Obama for realmente o candidato dos Democratas, este blog desde já aceita apostas: o próximo presidente dos Estados Unidos, neste caso, já tem nome: John McCain. Ou alguém acha que o povão do meio-oeste, da "América Profunda", dos tais "Red States", vai confiar em um afro-americano para suceder George W. Bush. Este blog adoraria quebrar a cara, mas a princípio não acredita em Papai Noel, duendes, monstro de Loch Ness ou em Barak Obama presidente dos EUA. Aguardemos.

Perguntar não ofende

Uma boa questão para o mais ativo representante de Fernando Henrique Cardoso no Congresso Nacional, senador Arthur Virgílio (PSDB-AM): ex-presidente da República pode pagar gasolina com cartão corporativo do governo federal? O blog aceita que o senador responda do ponto de vista legal e/ou do ponto de vista ético. Ou ambos, se preferir. A charada será explicada amanhã.

Romanée Conti e FHC, tudo a ver

Abaixo, três notinhas da coluna do jornalista Cláudio Humberto. Mas pelo que vai nos bastidores tucanos, o jornalismo pátrio teria mais assunto investigando os negócios do ex-primeiro-filho Paulo Henrique, o PHC. Lula quer expor luxos de FHC O líder do governo no Senado, Romero Jucá, propôs a CPI dos Cartões Corporativos desde FHC porque o presidente Lula está louco para expor as extravagâncias do antecessor na mordomia do Palácio da Alvorada. Em lugar de uísque e cachaça, itens favoritos na mordomia da era Lula, nos tempos de FHC houve excessos, por exemplo, na compra de vinhos caros como o francês Romanée-Conti, que custam R$ 28 mil a garrafa. Custou caro Lula adora um dossiê mostrando os custos do governo com a operação para desocupar a fazenda de FHC invadida pelo MST em Buritis (MG). Olho por olho Em eventual CPI dos Cartões, o presidente Lula deve expor as despesas de Luciana, filha e secretária particular de FHC, no governo tucano. Fino trato Entre os luxos do ex-presidente FHC...

Iglecias: Transparência não tem preço

Em mais uma colaboração para o blog, o professor Wagner Iglecias escreve sobre o assunto da hora: os gastos com cartões corporativos (ou de débito, como querem os tucanos de São Paulo). Abaixo, a íntegra do texto: Senhoras e senhores, foi dada a largada para a enésima batalha entre governo e oposição. São tantas as pelejas que o leitor-cidadão até se confunde. Do mensalão para cá foram muitas. Algumas das mais recentes foram a questão da crise aérea e agora há poucos dias a questão da febre amarela. Mas até mesmo as batalhas políticas andam aceleradas nestes dias que correm e vão sendo substituídas rapidamente. Momo reinava e o Brasil brincava quando veio à tona o caso dos cartões corporativos. Faz tempo que há um murmúrio aqui e ali sobre o assunto, mas a coisa tomou corpo depois que o próprio governo colocou informações sobre alguns gastos de seus funcionários na internet. Como se sabe, já houve baixa na equipe de Lula por conta disso e já houve ministro devolvendo dinheiro. A opos...

A impessoalidade dos gastos da gestão Serra

Não dá para não reproduzir a nota que acaba de ser publicada no site do jornalista Paulo Henrique Amorim. O que vai abaixo desmoraliza as explicações do governo Serra para os gastos com cartões "de débito" (os tucanos fazem questão de dizer que não se trata de cartão de crédito). Afinal, a nota oficial garantia que "nenhum servidor possui cartões para pagamento de despesas pessoais". Nothing personal , mas como explicar as despesas a seguir? "TAPIOCA" DO SERRA TEM COCADA Paulo Henrique Amorim Máximas e Mínimas 925 . O presidente eleito José Serra diz que não tem uma “tapioca”, mas "um sistema eletrônico para realização de despesas do dia-a-dia". . O Secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, diz que 90% dos gastos da “tapioca” do Serra foram em "vale transporte". . Uma análise PRELIMINAR da tapioca do Serra revela, porém: . Gasto de R$ 111,20 no Bom Baiano, uma loja de doces. Deve ser em cocada... . R$ 269 no Mundo das Cozinhas...

Da série "saudades de 2007"

Enquanto os reflexos da crise econômica norte-americana não dão as caras por aqui, o que se pode ver nas estatísticas é que 2007 foi mesmo um ano excepcional para a economia brasileira, conforme atesta a matéria abaixo, do UOL. Não é à toa que a oposição, sem discurso e sem projeto, se agarre no discurso udenista dos gastos com cartões corporativos e outras picuinhas. Produção industrial cresce 6% em 2007, maior expansão em três anos Da Redação, Em São Paulo A produção industrial brasileira cresceu no ano passado no maior ritmo desde 2004, estimulada principalmente pela força da demanda interna, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira. A alta foi de 6%, exatamente em linha com a previsão do mercado e acima do crescimento de 2,8% verificado em 2006. Em 2004, a expansão foi de 8,3%; em 2005, de 3,1%

Ainda sobre os cartões do governo Serra

Os dois jornalões de São Paulo abriram espaço para os gastos do governo paulista com cartões, com base no que foi divulgado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, ontem, no site Conversa Afiada . Não se tratava de informação exclusiva – o próprio jornalista informou que o material sobre os gastos com cartões era fruto de uma requisição do líder do PT na Assembléia Legislativa e havia sido entregue para Folha –, mas o fato é que a publicação em primeira mão da notícia na internet de certa forma acabou forçando os jornais a publicarem com destaque a farra tucana: na Folha , mereceu manchete, e no Estadão , uma chamada ao lado da manchete. Os dois jornais destacaram a resposta do governo de José Serra (PSDB), mas evitaram mostrar as incongruências das informações enviadas pelo governo do Estado, em nota oficial. Os tucanos estão tentando caracterizar o sistema de cartões de São Paulo como algo completamente diferente do que se faz na esfera federal e evitam até mesmo chamar os cartões d...

Números para pensar

1. O governo de São Paulo, administrado há quase duas décadas pelo PSDB, tem quase 4 vezes mais cartões de crédito corporativos do que o governo federal – são cerca 42 mil cartões-Serra contra 11,5 mil cartões da bandeira Lula. Isto significa que deve ser muito mais difícil realizar a tal fiscalização que os tucanos usam como argumento para a farra de seus próprios cartões. 2. O governo federal gastou R$ 75 milhões com cartões corporativos no ano passado. O Orçamento da União para 2007 foi da ordem de R$ 600 bilhões. Já o governo Serra gastou R$ 108 milhões com seus cartões corporativos. Parece apenas um pouco a mais, porém é preciso levar em conta que o orçamento do Estado de São Paulo não passou de R$ 100 bilhões em 2007. Em outras palavras, a farra dos cartões tucanos paulistas – inventores desta modalidade de saque dos cofres públicos – é bem mais expressiva do que a do governo federal. É o caso de reeditar aquela propaganda esperta: "Cartões corporativos: o PSDB invento...

Governo Serra reconhece saque de R$ 49 mi

A secretaria da Fazenda já confirmou os números de Paulo Henrique Amorim: o governo de São Paulo realmente gastou R$ 109 milhões de reais em cartões corporativos no ano passado. O valor dos saques na boca do caixa é mesmo de quase R$ 49 milhões. O encarregado pela Fazenda de explicar tamanha lambança à imprensa, porém, não se assanhou e disse que há nada de errado com os saques em dinheiro. Já o deputado Mendes Thame (PSDB-SP) garantiu à solerte repórter Patrícia Acioli , do DCI , que o dinheiro sacado tem correspondência com notas fiscais em poder das secretarias estaduais: "cada centavo bate", afirmou. Ok, agora conta a do papagaio, deputado... Ou peça o senhor mesmo uma CPI para verificar direitinho os centavos realmente batem. Afinal, quem não deve, não teme.

Um bom artigo de Dimenstein

Articulista da Folha de S. Paulo , Gilberto Dimenstein às vezes acerta a mão. É raro, mas acontece. Como no texto abaixo, que vale a pena ser lido na íntegra. Mortes suspeitas dos governos Alckmin e Serra Uma das mais celebradas conquistas do PSDB é a redução da taxa de assassinatos em São Paulo, especialmente em sua região metropolitana --na semana passada, relatórios oficiais indicaram uma queda de mais de 19% no número de homicídios registrados no ano passado, comparado com 2006. Uma informação lançada pela Folha coloca sob suspeita os números de mortes divulgados pelos governos Alckmin e Serra. Se as suspeitas não se confirmarem, ótimo: voltaremos a celebrar uma bela conquista social. Se forem confirmadas, estaremos diante de uma das maiores empulhações oficiais dos últimos tempos. Conversei com técnicos da Secretaria da Segurança em busca de explicações, mas não consegui desfazer as suspeitas. Imaginei que obteria respostas rápidas e até simples sobre desvios metodológicos, mas nã...

PHA: saque no caixa é 44% do cartão de Serra

A nota publicada aqui ontem à noite indagava: quem mais utiliza cartão corporativo no Brasil? Só o governo federal? Não seria bom comparar o padrão de gastos para esclarecer melhor os brasileiros? Pois o jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu site Conversa Afiada, já começou a dar algumas pistas sobre tais questões. O PSDB, inventor do cartão corporativo, adota o sistema pelo menos em São Paulo. Curiosamente, os tucanos fazem o mesmo que andam criticando ferozmente na esfera federal: usam o cartão para sacar dinheiro na boca do caixa. E não foi pouca coisa, quase R$ 50 milhões. Voltaremos ao assunto. Funcionário da liderança do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo entregou ao editor do Conversa Afiada Givanildo Menezes as tabelas anexas. São dados que constam do Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária). Só os líderes na Assembléia têm acesso a esses números. Note bem: o gasto total com cartões corporativos no Estado de São Paulo em 2007 chegou a R$ 108 ...

Weis: a sete na caçapa e o taco que espirrou

O jornalista Luiz Weis não é nenhum cumpanheiro , pelo contrário, é editorialista do jornal O Estado de S. Paulo , sobre o qual também não paira a menor suspeita de petismo. Vale a pena ler o artigo abaixo, que Weis publicou hoje no blog Verbo Solto . Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Uma coisa é revelar, como faz a Folha hoje, que “os cartões de crédito corporativo do governo foram usados por servidores de universidades federais para pagar contas de mais de R$ 1.000 em restaurantes de luxo, além de compras de padarias de alto padrão e e, lojas de festas". É um escândalo. Uma coisa ainda é revelar, como fez o Globo ontem, o “pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas, loja especializada em material de lazer”, feito pelo servidor Francisco R. M. Silva, lotado na coordenação geral de recursos logísticos, do Ministério das Comunicações. É um escândalo. Este eventualmente levará à demissão do responsável, informou nota do Ministério. [Ontem mesmo se apurou que o gast...

Jabuti não sobe em árvore

A polêmica sobre os gastos com cartões corporativos do governo federal não sai mais da boca da oposição e vai ganhando cada vez mais espaço na grande imprensa. A cada nova notícia das despesas de ministros e servidores públicos, a impressão que se tem é que este governo consegue parir um megaescândalo por minuto. Se o cidadão aí pensar um pouco, no entanto, vai começar a achar esquisito tanta lambança aparecer logo em um site oficial do governo. Mais ainda: os números estão no Portal Transparência desde 2004 , só que ninguém tinha reparado no assunto. Esquisito, não? E por que só agora, se os cartões são usados desde o governo Fernando Henrique? Tem algo muito errado nesta história. Como diz o ditado, jabuti não sobe em árvore, se ele está lá no topo da árvore, ou foi mão de gente ou foi enchente... Antes de fazer julgamentos morais sobre as despesas do governo, algumas perguntas deveriam ser feitas e respondidas, didaticamente, pela imprensa: 1. Como fazia a turma que governava ant...