Agora faltam apenas dois pontos. O Atlético Mineiro tem um a mais, o Internacional está empatado. Mas o que se viu hoje na Vila Belmiro foi mais um exemplo de superação que leva qualquer analista isento, como este blogueiro, a perceber que o São Paulo está com a mão na taça. Basta agora um pouco de paciência - Palmeiras e Galo não vão sustentar o resto do campeonato sob pressão. O Santos era, sim, o adversário mais complicado da série final. Palmeiras terá jogos complicados pela frente e está sem rumo, com um centroavante que ganha o dobro do goleiro Marcos - este tipo de coisa desestabiliza qualquer ambiente em clubes de futebol. E o Galo... sorry, periferia, mas Celso Roth não vai ser campeão, não tem estrela nem seu time aguenta uma série regular até o final da competição. No fundo, só uma coisa pode tirar o título do São Paulo: o apito amigo (dos adversários). Se o Flamengo vencer hoje, a cariocada pode pesar na reta final, embora o tricolor tenha demonstrado neste domingo que consegue, inclusive, vencer jogando contra 12 - os 11 adversários mais aquele janota de camisa amarela que deu o vermelho ao melhor goleiro do Brasil.
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Huahauahuahuahuahuahuahuahuahuahauhauha "qualquer analista isento, como este blogueiro"
ResponderExcluirNão desprezes o Glorioso Colorado dos Pampas. Como se diz por aqui: não tá morto quem peleia!
ResponderExcluirUm abraço.
Cara, eu já desconfiava que o blogueiro era do bem, mas também que não era perfeito. E aquele goleiro bambi cartola que se acha a última cocada do tabuleiro, heim... Que arrogância! Pois eu sou mais o meu Mengão na reta de chegada. Ainda mais com o Pet e Adriano, estamos com toda a pinta de we are the champions. Preparem-se para emoções fortes.
ResponderExcluirUm abraço Forte porque não sou anônima coisa nenhuma, sou Ana Maria.