O Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas de 2016. Lula pode até nem ter nada a ver com esta vitória, mas é óbvio que vai sair bem na fita na mídia mundial. A sorte do presidente é algo realmente inacreditável, quando alguém acha que não dá para acontecer mais nada de bom para ele, eis que... acontece!
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
É obvio que Lula tem sim algo a ver com a indicação do Rio para sediar as Olimpíadas de 2016. Basta vermos os últimos países que receberam tal evento e constatar que TODOS são considerados potências mundiais, resultado direto do crescimento econômico e maior inserção no cenário internacional. E o Brasil só passou a ser uma potência após a chegada do nordestino “analfabeto” e “pingaiada” à presidência da República.
ResponderExcluirLuiz, é uma questão de sorte ou de trabalho e competência? Sugiro que vc leia o blog Escrevinhador do Rodrigo Viana sobre essa coisa de sorte e o complexo de vira-lata.
ResponderExcluirClaro que tem que ver Luizao! Abrazo e me liga si quiser
ResponderExcluirSorte nada. Lula é bom mesmo. Foi sua liderança mundial que garantiu as Olimpíadas no Brasil. E, ao contrário do que os urubólogos de plantão dizem, não serão "gastos" bilhões de dólares e sim "investidos" bilhões de dólares, que beneficiarão a economia do país e estimulará o turismo.
ResponderExcluirAcho que cabe imaginar também como seria se, em vez do Eduardo Paes e seu baita pulo na hora do anúncio, fosse prefeito do Rio o Gabeira, queridinho da nossa direita. Teríamos, assim, Olímpiadas "verdes" (se é que você me entende?). Ou continuaria sendo "só" uma Olimpíada, como disse a querida D. L.?
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