quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Rodini comenta reforma e tragédia em SC

Em mais uma colaboração para o blog – na verdade duas colaborações, como se verá a seguir, o craque Jorge Rodini comenta dois assuntos que estão nas manchetes: a reforma tributária e a tragédia em Santa Catarina. Confirma abaixo o que pensa o diretor do instituto de pesquisas Engrácia Garcia.

Recente artigo publicado no jornal O Globo explicita como a reforma tributária vem sendo tratada com descaso e casuísmo no recheio de Mabel.

Reformar demanda conhecimento do que se quer alterar, sensibilidade para equalizar efeitos e custos para a população em geral e juízo para não cair na tentação do favorecimento dos amigos do Rei.

Urge diminuir a incidência de tributos, o números deles. Mas urgir não é rugir. É agir com desvelo, ética e responsabilidade no tempo necessário.

Reformar por reformar está fora do tempo. Em tempos de crise, temos que ter prudência, pois o jogo muda a toda hora. O Rei pode virar peão.

É hora de regar. É regar ou largar.

Santa Catarina sob as águas

O estado de Santa Catarina foi assolado nos últimos dias por chuvas sem precedentes, arrasando várias cidades e deixando milhares de pessoas sem teto, sem pertences e sem futuro.


Esta região formada e construída por imigrantes alemães, italianos, poloneses, portugueses é de uma diversidade ímpar no Brasil. É composta de cidades com as mais variadas vocações. Mas sempre com muito trabalho. São, normalmente, municípios bem cuidados, seus moradores receptivos, com suas inigualáveis belezas naturais.

A mesma chuva que semeia hoje traz sofrimento. Rios transbordando, falta de energia, gás natural, desabamentos, estradas destruídas. Uma tristeza catarina.

É hora de solidariedade. Muito pior que as perdas materiais de milhares de catarinenses é a constatação do aumento do número de mortos e desaparecidos. Sobrenomes diferentes para a maioria do povo brasileiro. Gente descendente de outras nações que adotaram o Brasil para seu sustento e uma nova vida. É hora de apoio... material, espiritual e político. É hora. Já faz hora.

O brasileiro, negro, branco , amarelo ou vermelho sempre foi presente ha tragédia. Um estado rico de gente, de ideal e de natureza precisa do amparo de todos os outros rincões. Não será desta vez que agiremos diferente.

O governo brasileiro precisa estar presente in loco para agilizar o trabalho de recuperação e liberação de verbas federais. E nós presentes nas doações, nas orações e no pensamento positivo.

A Catarina e seu povo têem que continuar belos e alegres. É hora. Já faz hora

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