Pular para o conteúdo principal

Desesperar, jamais!

Este blog entra em período de recesso a partir de hoje e até dia 8 de janeiro, salvo acontecimentos extraordinários. De junho de 2006 até hoje, foram quase 1,7 mil postagens e sem dúvida uma evolução e tanto, na audiência e na repercussão do que foi escrito por aqui. Já temos alguns ilustres visitantes, segundo aponta o contador do blog, como o pessoal do Palácio do Planalto, que todo dia dá uma espiadinha no Entrelinhas. Professores universitários, formadores de opinião, parlamentares, assessores dos três poderes, tanta gente que deixa seu IP disponível para a consulta do curioso blogueiro. Com muita humildade, agradecemos as visitas ilustres. O que move o blog, porém, não são os figurões, mas o leitor anônimo e diário, aquele que sempre volta, manda comentários, discorda, concorda, envia os posts para os amigos, enfim, faz o Entrelinhas acontecer. Para todos, figurões, figurinhas, leitores fiéis e infiéis, para os que concordam e discordam da opinião do blogueiro, seguem os votos de um excelente 2009, com muita paz e felicidade. Vamos todos cruzar os dedos para que o Brasil não seja tão afetado pela crise mundial como desejam aqueles que já anunciam as trombetas do apocalipse. Tem muito jogo para ser jogado ainda e, como diz o Ivan Lins, não tem cabimento entregar o jogo no primeiro tempo! Portanto, que 2009 nos seja leve e repleto de boas notícias. Até dia 8 e mais uma vez, obrigado a todos pela audiência.

Comentários

  1. Bom dia Luiz.Vim aqui para me desculpar por um erro básico de concordância(e alguns de pontuação) em um comentário que fiz no OI em 16/07/08 na sua matéria "Anotações de uma terça-feira quente". "São COMUNS" e não "é comum..." Passeei ontem por várias postagens e este erro me incomodou.Que 2009 erros como este,de concordância,só aconteçam somente nas grafias da vida.
    Feliz vida,
    Adriana Dornellas

    ResponderExcluir

Postar um comentário

O Entrelinhas não censura comentaristas, mas não publica ofensas pessoais e comentários com uso de expressões chulas. Os comentários serão moderados, mas são sempre muito bem vindos.

Postagens mais visitadas deste blog

Um pai

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morreu vivendo. Morreu criando novas lembranças. Morreu não deixando o câncer levar a sua vontade de resistir.  Mesmo em estado grave, mesmo em tratamento oncológico, juntou todas as suas forças para assistir ao jogo do seu time Santos, na final da Libertadores, no Maracanã, ao lado do filho.  Foi aquela loucura por carinho a alguém, superando o desgaste da viagem e o suor frio dos remédios.  Na época, ele acabou criticado nas redes sociais por ter se exposto. Afinal, o que é o futebol perto da morte?  Nada, mas não era somente futebol, mas o amor ao seu adolescente Tomás, de 15 anos, cultivado pela torcida em comum. Não vibravam unicamente pelos jogadores, e sim pela amizade invencível entre eles, escreve Fabrício Carpinejar em texto publicado nas redes sociais. Linda homenagem, vale muito a leitura, continua a seguir.  Nos noventa minutos, Bruno Covas defendia o seu legado, a sua memória antes do adeus definitivo, para que s...

Dica da Semana: Tarso de Castro, 75k de músculos e fúria, livro

Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista  Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...

Doca Street, assassino de Ângela Diniz, morre aos 86 anos em São Paulo

Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...