Abertura da Newsletter da LAM Comunicação. Boa leitura a todos. Quando o ex-presidente Lula foi implicado no escândalo do Mensalão, ainda em seu primeiro mandato, a oposição sorriu extasiada. Era um consenso que ele não se reelegeria, assim como dois e dois são quatro. A estratégia do principal partido de oposição à época foi a de deixar o presidente “sangrar no cargo” e não a de pedir o seu afastamento. Tucanos são tucanos e a história mostrou que a estratégia foi desastrosa. Lula se reelegeu com facilidade porque a economia ia bem e as denúncias nunca colaram nele. Efeito teflon, nada grudava, nada mesmo, nem após o então candidato Geraldo Alckmin ter subido o tom e se portado de forma agressiva em um dos debates finais da campanha. Alckmin, como se sabe, obteve menos votos no segundo turno do que no primeiro, uma verdadeira façanha. Os tempos mudaram, mas agora o efeito teflon parece estar de volta com Jair Bolsonaro. Nada gruda no presidente. O preço do arroz disparou? Nada a ...
Cultura, Mídia & Política por Luiz Antonio Magalhães