A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira emenda que prevê o fim da reeleição para presidente, governador e prefeitos a partir de 2010. A matéria segue para o plenário do Senado e será depois analisada pela Câmara Federal. Este blog aposta que a emenda não passa pelo crivo dos deputados. Apesar do apoio de Aécio Neves e José Serra à idéia, o fim da reeleição tem pouca força entre os deputados porque boa parte deles recebe pressão direta dos mais de 5 mil prefeitos brasileiros, aos quais, evidentemente, não convém mudar a regra que garante a possibilidade de 8 anos ininterruptos no cargo. Além dos prefeitos, haverá ainda a pressão dos governadores com possibilidade de reeleição em 2010, que não serão poucos. Os senadores conseguiram criar um bom factóide. Quem não deve ter gostado nada dessa história é o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB).
Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morreu vivendo. Morreu criando novas lembranças. Morreu não deixando o câncer levar a sua vontade de resistir. Mesmo em estado grave, mesmo em tratamento oncológico, juntou todas as suas forças para assistir ao jogo do seu time Santos, na final da Libertadores, no Maracanã, ao lado do filho. Foi aquela loucura por carinho a alguém, superando o desgaste da viagem e o suor frio dos remédios. Na época, ele acabou criticado nas redes sociais por ter se exposto. Afinal, o que é o futebol perto da morte? Nada, mas não era somente futebol, mas o amor ao seu adolescente Tomás, de 15 anos, cultivado pela torcida em comum. Não vibravam unicamente pelos jogadores, e sim pela amizade invencível entre eles, escreve Fabrício Carpinejar em texto publicado nas redes sociais. Linda homenagem, vale muito a leitura, continua a seguir. Nos noventa minutos, Bruno Covas defendia o seu legado, a sua memória antes do adeus definitivo, para que s...
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